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Sobre o ODETec

ODETec - Observatório de Dados

Plataforma pública de inteligência estratégica sobre as escolas técnicas vinculadas às universidades federais brasileiras. Reúne dados oficiais, indicadores de desempenho e comparações sistemáticas para apoiar a gestão acadêmica, o planejamento institucional e a transparência pública, e para fortalecer o SUS.

Quem desenvolve

A plataforma é desenvolvida pelo Laboratório de Estudos em Modelagem Aplicada (LEMA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), grupo de pesquisa dedicado à modelagem estatística, ciência de dados e instrumentação computacional aplicadas a políticas públicas e gestão educacional.

O Observatório foi desenvolvido como parte das atividades do plano de trabalho intitulado “UFPB - FORMATEC SUS: Política Pública de Qualificação de Profissionais Técnicos para o Fortalecimento do SUS no País”, conduzido pelo Centro Profissional e Tecnológico / Escola Técnica de Saúde (CPT-ETS) da Universidade Federal da Paraíba. Este módulo tem como objetivo a análise comparativa de métricas acadêmicas, avaliando taxas de evasão, retenção e conclusão de curso, entre outros indicadores. A plataforma consolida dados das Escolas Técnicas vinculadas às Universidades Federais para avaliar a performance dos cursos. Nesse cenário, oCONDETUF — Conselho Nacional dos Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais, entidade que representa nacionalmente essas instituições, atua como um parceiro estratégico para a disseminação dos resultados.

Equipe de desenvolvimento

Aléssio Almeida

Coordenador do Laboratório de Estudos em Modelagem Aplicada

UFPB / LEMA

Álvaro Cavalcanti

Professor do Instituto Federal da Paraíba e pesquisador colaborador do LEMA

IFPB / LEMA

Brenno Henrique

Graduando em Ciência de Dados para Negócios e pesquisador do LEMA

UFPB / LEMA

Contato e canais oficiais

Dúvidas, sugestões ou solicitações sobre o ODETec - Observatório de Dados podem ser encaminhadas pelos canais abaixo:

Recortes e filtros disponíveis

Todos os painéis compartilham um conjunto de filtros que permitem recortar os indicadores por múltiplas dimensões, mantendo a comparabilidade com região e país:

  • Filtros dimensionais — ano, unidade de ensino, tipo de curso, eixo tecnológico, modalidade e curso específico.
  • Curso e oferta — recorte por nome do curso e características da oferta, permitindo analisar programas específicos ao longo do tempo.
  • Equidade — recortes por sexo, cor/raça, faixa etária e condição de renda, para leituras sensíveis a desigualdades educacionais.

Os recortes de equidade preservam a mesma lógica de comparação — cada escola é sempre confrontada com a média da sua região e do país no mesmo recorte.

Metodologia

A página de Metodologia documenta as fontes oficiais (Plataforma Nilo Peçanha e Divisão Territorial do IBGE), o glossário completo dos indicadores catalogados em dim_indicador e as estratégias analíticas — incluindo o cubo dimensional, a lógica de agrupamentos e o critério do status semáforo (Bom, Atenção, Crítico).

Os indicadores são calculados no vôo sobre o cubo de fatos, somando-se primeiro as métricas absolutas e só depois derivando as taxas — método à prova de Paradoxo de Simpson.

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Realizadores
  • Logomarca do FORMATEC SUS — programa de qualificação de profissionais técnicos para o SUS
  • Logomarca do Centro Profissional e Tecnológico da UFPB
  • Logomarca da Universidade Federal da Paraíba
  • Logomarca do Sistema Único de Saúde — SUS
  • Logomarca do Ministério da Saúde
  • Logomarca do CONDETUF

A plataforma é fruto da parceria entre o FORMATEC SUS, o Centro Profissional e Tecnológico (CPT) da UFPB, a Universidade Federal da Paraíba e o Sistema Único de Saúde, unidos pelo objetivo de qualificar profissionais técnicos para o fortalecimento do SUS no país.

Princípios

Transparência — todas as fontes, fórmulas e critérios estão documentados na página de Metodologia.

Comparabilidade — cada escola é sempre analisada em relação aos seus agrupamentos básicos (instituição, região e país), respeitando o recorte ativo.

Foco em gestão — os painéis priorizam decisões: o que está abaixo das médias regional e nacional ganha destaque visual imediato.

Equidade — recortes populacionais tornam visíveis desigualdades que médias agregadas escondem.

Perguntas frequentes

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